\n'; document.write(barra); } } changePage();
|
|
|
Publicado nesta página, em 12/08/08.
Mídias onde o texto foi publicado (pesquisa na Internet): Agora MS – Dourados – MS (12/08/08) Última Hora News - Campo Grande - MS (12/08/08) Jornal União - Londrina - PR (13/08/08) Gazeta do Oeste - Mossoró - RN (13/08/08) Folha do ES - Cachoeiro do Itapemirim - ES (14/08/08) A Tribuna - Santos - SP (14/08/08) Tribuna Impressa - Araraquara - SP (14/08/08) Jornal de Barretos - Barretos - SP (14/08/08) Nova Imprensa - Formiga - MG (14/08/08) Jornal VS - Vale dos Sinos - RS (15/08/08) Pantanal News - Aquidauana - MS (16/08/08) O Estado do Pantanal - Aquidauana - MS (16/08/08) Diário MS - Dourados - MS (04/09/08)
Hitler invadiu e anexou territórios de outros países por terem maioria da população de origem alemã. Em verdade, buscava recursos para sustentar seus planos de poder. A expansão do fascismo foi tolerada, por confrontar a internacionalização do comunismo. Nazistas e soviéticos firmaram um pacto de não-agressão, que não passava de um adiamento, pois Hitler priorizava o confronto com França e Inglaterra, enquanto Stálin precisava de tempo para recompor sua cúpula militar, dizimada pela execução de supostos opositores. O "führer" não resolveu a questão com a Inglaterra como pretendia; apesar disso iniciou a ofensiva no front Oriental. Chegou aos arredores de Moscou! Mas era em Stalingrado onde ocorria o embate mais dramático. Era impensável que a cidade que levava o nome do líder soviético caísse! A URSS, até então ameaça aos países capitalistas, virou aliada! Mal terminou a II Grande Guerra, no entanto, teve início a Guerra Fria. Os ocidentais criaram a OTAN; os comunistas, o Pacto de Varsóvia. Essa bipolaridade fomentou revoluções, guerras civis e ditaduras por todo o planeta. O expansionismo comunista chegou ao "quintal" dos EUA, e a "Crise dos Mísseis" de Cuba, em 1962, quase iniciou novo conflito mundial. Kennedy ameaçou Kruschev, dizendo que os EUA poderiam destruir a URSS várias vezes, enquanto os soviéticos tinham armas nucleares para arrasar os EUA apenas uma vez! Kruschev retorquiu que uma vez era suficiente... Papo de maluco! O apoio EUA às ditaduras da América do Sul parecia tão incondicional que a Argentina invadiu as Malvinas, contando que o "grande irmão" impediria o revide da Inglaterra. "Mui hermanos"! A derrocada da União Soviética fez os EUA virarem "xerifes" do mundo: livres para invadir o Iraque, ameaçar o Irã... Parece que só temem a China, que faz o que bem entende no Tibet. A paz e os direitos humanos sempre perdem para os interesses econômicos. Os EUA insistem em instalar um "escudo defensivo" no Leste Europeu. Negociam a integração da Geórgia, terra natal de Stálin, à União Européia, por ser ponto estratégico no Cáucaso. Os russos sugerem nova instalação de mísseis em Cuba. Os EUA acham isso inadmissível! A Rússia apóia os separatistas da Ossétia do Sul, de maioria russa, território que pertencia à Geórgia. Até passaportes russos dá aos seus habitantes! Aí, a Geórgia ataca a Ossétia do Sul, pensando no apoio ocidental. A Rússia invade a Geórgia... Os EUA dizem que o Kremlin exagerou! A invasão do Iraque foi o quê? Os analistas internacionais voltam a falar em Guerra Fria... Será que esse "resfriamento" é a proposta das superpotências para combater o aquecimento global? Se for, cuidado: o frio também queima! Enquanto isso, nessa "world music" do governante doido: a fome vai bem; o fundamentalismo também. A indústria armamentista, então, nem se fala!
|